Brinquedos para bebê – Dicas Especiais

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Com tantas opções de brinquedos disponíveis no mercado, não é tarefa fácil para os pais escolher os mais adequados à idade da criança. Não dá para abrir mão da segurança, da qualidade e ainda certificar-se de que o brinquedo vai proporcionar envolvimento na brincadeira de forma proveitosa e prazerosa.

Comumente, crianças com até 1 ano e meio, podem e devem utilizar brinquedos que atraem os sentidos e estimulam a visão, a audição e o tato, como por exemplo, fantoches, bichinhos de tecido, livros de banho, chocalhos, jogos de montar e desmontar.

Preparamos algumas dicas que ajudam no desenvolvimento do bebê. Clique nos links e saiba detalhes.

Faixa etária de 3 a 5 meses: Nessa fase é importante estimular a percepção visual, auditiva e tátil do bebê, que já sente interesse por tudo que lhe é mostrado. Boas opções são brinquedos que emitem sons, que tenha textura macia e cores vibrantes.  Dicas: Bola Bem Bolada;         Bola Fofura; Carinha de Alegria; Baby Gym – Centro de Atividades.

De 6 a 8 meses: Agora o bebê já começa a ficar sentado. Ofereça brinquedos de cores e tamanhos diferentes, especialmente aqueles que possam estimular a coordenação motora. Dicas: Cubos Didáticos; Fofi Blocs Caminhãozinho; Fofi Blocs Meu Cãozinho; Roda Pirilim; Livros de banho

A partir de 1 ano:  Nessa fase, é possível aprimorar a coordenação motora da criança, ou seja, brinquedos que permitam movimentação do corpo, como empurrar, puxar, montar, encaixar, empilhar. Dicas: 12 Potes; 8 Triângulos; Jacaré Didático Júnior;  Andador Cachorro Feliz;  Animal Mix; Baby Dinho;   Arca de Noé Musical; Gato ou Cachorro com Argolas, Baby Liko; Blokit , Tem ainda os livros de banho, e muito mais.

Essas foram apenas algumas dicas. Explore nosso site, tem muito mais. Pesquise por idade, habilidade ou se preferir, nos mande um e-mail com a idade e sexo da criança que podemos sugerir opções mais específicas.

 

Casa do Educador

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BULLYING NA ESCOLA – ENTENDENDO E COMBATENDO

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A palavra bullying vem do verbo inglês bully que significa intimidar, constranger alguém pela vantagem física. Este termo acabou sendo adotado por diversos países e explica todo tipo de comportamento agressivo, cruel, intencional e repetitivo inerente às relações interpessoais (crianças e adolescentes, geralmente estudantes).

 

Apesar da terminologia recente, esse “fenômeno” Bullying é bem antigo. Quem nunca presenciou a utilização de apelidos constrangedores como “quatro olhos”, “gorducho”, “zarolho”, “anão”, “perneta”, etc?  E as famosas perseguições implacáveis? Até bem pouco tempo o Bullying era tratado apenas como uma brincadeira de mau gosto, sem relevância. O que ninguém imaginava era a gravidade das conseqüências psicológicas nas vítimas, como por exemplo: baixa auto-estima, medos, angústia, ansiedade, desinteresse pela escola, dificuldade de relacionamento interpessoal, mudanças de humor, urinar na cama, e muito mais. Em casos mais extremos, automutilação e suicídio. Infelizmente, casos graves têm sido registrados em todo mundo.  

 

Ressalta-se que os autores de Bullying vão enraizando em sua personalidade, comportamentos de risco, como alcoolismo, comportamentos anti-sociais, abandono da escola, atitudes delinqüentes ou criminosas que o tornarão um adulto violento.

 

Recentemente a ABRAPIA Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência realizou pesquisa com alunos de escolas de Ensino Fundamental do Rio de Janeiro e revelou que 40,5% dos 5.870 alunos entrevistados estão diretamente envolvidos nesse tipo de violência, como autores ou vítimas do Bullying.

 

Quais as causas do Bullying?

Segundo especialistas, são diversas as motivações, bem como as experiências que cada aluno tem em seu seio familiar, geralmente famílias desestruturadas, com relações afetivas de baixa qualidade, em que a violência doméstica é real e geralmente a autoridade é imposta por meio de atitudes agressivas ou violentas.

 

Como  ajudar uma vítima de Bullying?

 

A primeira ação e a mais importante precisa vir da própria vítima, que tem que encontrar alguém em quem possa confiar para “se abrir”. Desnecessário afirmar que os pais têm papel fundamental, pois precisam conhecer seus filhos, precisam aprender a identificar quando algo não está normal. E para quem tem um filho passando por esse problema, é preciso estar totalmente disponível para ouvir e deixar muito claro que o filho não tem culpa pelo que está acontecendo. Indispensável mostrar-se confiante na solução do problema, procurar a direção da escola e dependendo da agressão, registrar queixa.

 

Para quem tem um filho agressor, fundamental muito diálogo no sentido de convencer e demonstrar que comportamentos desta natureza serão prejudiciais a eles próprios.

 

A única maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais: “Todos devem estar de acordo com o compromisso de que o bullying não será mais tolerado. A educação na formação dos jovens não deve ficar restrita ao currículo escolar, é preciso chamar a atenção das crianças e adolescentes para a prática de uma cidadania justa. A informação, leitura, diálogos freqüentes dos pais com seus filhos é de suma importância.

 

A Casa do Educador preparou especialmente para os jovens leitores, algumas sugestões de leitura sobre o tema. Clique sobre o título para detalhes:

 

E  SE FOSSE COM VOCÊ?

 

APELIDO NÃO TEM COLA

 

NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM

 

A FACE OCULTA

 

SEU FILHO ESTÁ NO HOSPITAL, COMO AJUDAR?

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Não é nada fácil afastar seu filho do lar, da escola e dos amigos para interná-lo em um hospital. Decerto, nem sempre compreendem que o afastamento temporário do convívio familiar é para o seu próprio bem. Elas ficarão fragilizadas física e emocionalmente. Nestas horas, é preciso ser um super pai, uma super mãe e isso não inclui cara de tristeza, choros contidos ou excesso de mimo.

 

Estudos já demonstraram que a leitura dirigida e compartilhada ajuda e muito as crianças a superarem o medo, a angústia, a tristeza, o desânimo e a ansiedade que acompanham a doença. Além disso, ajuda a diminuir o estresse dos pais ou acompanhantes e estimula a afetividade.

 

Se aconchegar ao lado do seu filho, abrir um bom livro e ler ou ajudar a ler, proporciona conforto, alívio, serenidade e consolo. Na hora de escolher o livro, o importante é considerar a idade da criança. O livro não precisa ser necessariamente rico em textos, pode até mesmo, ser um livro de imagens, que geralmente são muito bem ilustrados e trazem boas mensagens.

 

A Casa do Educador tem algumas sugestões de leituras bem divertidas, mas lembre-se da terapia do SORRISO, este não pode faltar!

 

Clique no título para obter mais detalhes:

 

Hospital não é mole!

 

Quando você está doente ou internado.

 

A Árvore Generosa

 

O Menino, o Jabuti e o Menino

 

As aventuras de Bambolina

 

Eu nunca vou comer um tomate

 

Se você gostou destas dicas ou quer sugestionar outras, ou ainda, quer enviar sua matéria, nos escreva, estamos sempre à disposição.

 

Casa do Educador

 

SEU FILHO APRENDEU A FALAR PALAVRÕES, E AGORA?

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Todos nós sabemos que as crianças aprendem rápido e de várias formas: por repetição (imitando),  através da comunicação silenciosa, através dos sentidos, enfim, a criança se desenvolve e naturalmente, vai aprendendo de tudo (tudo mesmo), principalmente quando começa a interagir com o mundo fora de casa (creches, escolinhas, no parquinho do condomínio etc.). Um problema muito comum são os palavrões. Se a criança fala palavrões é porque aprendeu com alguém e em algum lugar ou até mesmo em casa. Se for em casa, a situação é ainda mais delicada, pois, como exigir que a criança não fale palavrões se ela ouve daqueles que são sua referência? A melhor maneira é sermos um bom exemplo. Não adianta nada ditar as proibições às crianças e sair soltando palavrões. Também é um tanto injusto dizer ‘eu posso, você não’. Uma boa maneira de auxiliar os pequeninos é ensinando que palavras feias não são bem vindas. A Casa do Educador tem pra você algumas dicas de leituras bem divertidas, que devem ser compartilhadas com os pequeninos:

 

Manual de Boas Maneiras para Crianças de todas as idades

Link: http://www.casadoeducador.com/detalhes.php?id=2587

 

A Palavra Feia de Alberto.

Link: http://www.casadoeducador.com/detalhes.php?id=2588

 

Luísa fala Palavrão.

Link: http://www.casadoeducador.com/detalhes.php?id=2589

 

Se você quiser sugerir algum assunto, contate-nos, teremos prazer publicar.

Casa do Educador - Tel: (12) 36324168

E-mail: casadoeducador@terra.com.br

 

ALIMENTAÇÃO INFANTIL - EDUCAR É O CAMINHO!

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Educar não é tarefa fácil. O que vale a pena permitir ou negar são dúvidas diárias e quando o assunto é alimentação, tudo fica mais complicado se considerarmos que boa alimentação está diretamente ligada com a educação de bons hábitos alimentares. Como convencer uma criança que o suco deve conter pouco ou nada de açúcar? Pior ainda é fazê-las comer legumes, vegetais, folhas, simplesmente justificando que faz bem para a saúde? Beber refrigerante ou comer guloseimas, vale a pena? Não!  É preciso ter criatividade em cardápios diversificados, coloridos, nutritivos, mas é necessário também que as crianças saibam a importância de cada alimento, e o que elas precisam para crescer com saúde etc. A aquisição de livros, jogos, brinquedos,  pode ser uma das várias formas para complementar a educação alimentar e despertar o interesse das crianças pelo tema. Afinal, comer “bem” é questão de SAÚDE.

 

Pensando nisso, a Casa do Educador preparou para você, algumas sugestões de livros e brinquedos educativos que podem auxiliar nesta difícil tarefa. Clique sobre cada link abaixo para mais detalhes:

 

LIVROS:

 

Salada de FrutasPrato FeitoChovendo na Horta – Coleção Que Fome!;

Meu Prato é Um Arco-Iris;

100 Receitas para Crianças Inteligentes;

Alimentação Saudável para Crianças – Coleção com 10 livrinhos;

Brincando de Nutrição;

Açúcar nem sempre é doce;

Por que não podemos comer só batata frita?;

Eu não gosto disso!;

Verdura? Não!;

Meu nome não é gorducho!;

Estou em forma?;

Liga dos Vegetais – Coleção com 8 livrinhos com DVDx;

Uma vida de Peso. – Literatura Infanto-Juvenil – Obra belíssima principalmente para os adolescentes, vale a pena ler!

 

BRINQUEDOS:

 

Jogo da memória Frutas, Legumes e Hortaliças – 40 peças – a partir 4 anos.

Puzzle Progressivo Reino das Frutas – 49 peças – a partir de 4 anos.

Jogo da memória Frutas, Legumes e Hortaliças – 24 peças – a partir 3 anos.

Jogo da memória Frutas – 24 peças – em 3 idiomas: português, inglês e espanhol.

Jogo da memória Frutas – 24 peças em madeira – a partir 3 anos.

Jogo de Encaixe Colméia – Tema: Frutas – em madeira – a partir 2 anos.

Quebra-cabeça Frutas – 9 peças em madeira – a partir 2 anos.

 

No caso dos jogos, é muito importante a interação dos pais, avós, avôs, irmão mais velhos, enfim, educadores em geral, pois além de aprimorar a afetividade, é uma excelente oportunidade de esclarecer a importância de cada alimento de uma forma muito divertida.

 

No caso dos livros, a leitura compartilhada (principalmente no caso das crianças pequenas) é de suma importância pelos mesmos motivos acima, além de estimular o interesse pelos livros.

 

Se você gostou desta matéria, faça seus comentários ou dê suas sugestões que serão sempre bem vindas.

 

Cumprimentos,

Casa do Educador.

Quem disse que um bom livro precisa ter texto?

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Há algum tempo os livros sem textos ou livros de imagens têm conquistado adeptos e encantado crianças e adultos. A ação é simples, basta abrir a primeira página para a imaginação fluir. A curiosidade geralmente convida para a página seguinte. Aos poucos, os rabiscos, as imagens vão ganhando um contexto sob a ótica de cada “leitor” e a aventura pode ser estimulante, emocionante e geralmente nos leva para um estágio de reflexão. O que é certo é que um livro de imagens possibilita infindáveis perspectivas.

Proporcionar às crianças o contato com esses livros sem sombra de dúvidas, estimula o interesse pelos livros, e aprimora a aprendizagem pela leitura das imagens.

Para escolher um livro de imagens, não basta somente escolher as ilustrações mais bonitas, é preciso ficar atento para o contexto literário, é isso que conquista verdadeiramente o leitor.

Veja as dicas que a Casa do Educador preparou para você:

O Menino, o jabuti e o meninoAutor Marcelo Pacheco. Este livro que não precisa de palavras, retrata o valor da verdadeira amizade de um jabuti por um menino. Simplesmente emocionante!

OH! – Autor Josse Goffin.  Nesta obra, Jacaré vira xícara, lua vira cabra, peixe vira pato…e por ai vai. As imagens falam por si, uma verdadeira viagem pelo mundo da imaginação. Este livro foi adotado pelos Doutores da Alegria e divertiram muitas crianças.

Vida dura de borrachaAutora Regina Rennó. Aqui as imagens retratam que a vida de borracha não é nada fácil, mas a vida precisa ser realmente tão dura? Abra suas páginas e perceba que é possível dar novos significados às coisas.

Laura e Leo em Monstros e Fadasde Liliana Lacocca e Michele Lacoca. Quando Lauro e Leo vão dormir, eles sonham muito. O engraçado é que seus sonhos brincam e brigam uns com os outros. Ao final é possível perceber que as diferenças podem conviver, é só soltar a imaginação.

Tô dentro, to foraDa Coleção Unidunitê, este livro por meio de imagens simples  aborda conceituação de noções de espaço. Tô indo ou vindo? Tô dentro ou fora? Na frente ou atrás?, Em cima ou embaixo…

Novidade na Casa do Educador

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Agora, em nossa loja, os pais que quiserem utilizar de lista de presentes para o aniversário de seu (sua) filho(a) poderá fazê-lo,  este serviço já está disponível.

Vantagens:

  • Não há risco de ganhar  brinquedos iguais;
  • A lista poderá conter livros e brinquedos educativos;
  • Comodidade para os convidados em encontrar o presente num único lugar.

Adquira maiores informações pelo telefone ou e-mail.

Desenvolvimento motor e psíquico da criança

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Não há nada mais animado para as crianças do que brincar! E, já que essa atividade não é nenhum esforço para elas, os pais devem aproveitar o momento de descontração para estimulá-las e, ao mesmo tempo, proporcionar um ótimo desenvolvimento para o filho.

Desde que os bebês nascem, estão aptos a descobrirem e aprenderem novidades do mundo ainda desconhecido; e é por meio das brincadeiras que tudo fica mais fácil para que seu desenvolvimento siga um caminho saudável, como explica o pediatra Túlio Konstantyner, de São Paulo, SP, e pesquisador do Projeto Crecheficiente: “ao brincar a criança não apenas se diverte, mas aprende, recria, interpreta e se relaciona com o novo habitat. Também desenvolve com maior facilidade aptidões físicas, mentais e emocionais, que, quando bem planejadas e aplicadas, auxiliam a criança a despertar seus talentos”. Além disso, o especialista indica que as brincadeiras têm de ser apropriadas a cada etapa do desenvolvimento.

A psicóloga paulista Denise H. M. P. Diniz, coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida e Saúde (Psiconsult), explica que até os três anos, as crianças brincam com elementos que pertencem ao seu mundo e fazem parte do seu dia-a-dia. “Por isso, conversar e dar vida aos seres inanimados são comuns nessa faixa etária, pois acreditam que os brinquedos existam de fato; pensam e possuem desejos e necessidades”. Baseada em alguns estudos, a coordenadora confirma que após o nascimento o bebê já é sensível ao seu meio ambiente e suas percepções sensoriais respondem aos estímulos de olfato, paladar, som, tato e visão.

Desta forma, a psicóloga indica brinquedos que as estimulem a aprenderem noções de tamanho, forma, som, textura e outros.

Aconselha também a demonstração de afeto, interesse, desejo e participação dos pais durante as brincadeiras com o filho, já que a falta destes pode desestimular e, consequentemente, formar uma criança com maior dificuldade de relacionamento e entre outras potencialidades que talvez sejam aprendidas mais tarde. “Porém, podem acontecer casos de comprometimento de algumas áreas, sendo elas físicas ou psiquícas”, declara Denise.

BRINCADEIRA CERTA

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Saiba quais brincadeiras e brinquedos são apropriados a cada faixa etária a partir das dicas do pediatra e homeopata Yechiel Moises Chencinski, de São Paulo, SP. Acompanhe e se divirta!

De 0 a 2 meses
Como o bebê não consegue segurar objetos intencionalmente, só por reflexos, nessa fase é importante estimular os sentidos cantando, abraçando-o e acariciando-o. Exagere nas fisionomias, bem próximo ao rosto da criança, sempre demonstrando alegria e satisfação.

De 2 a 4 meses
Passado o estado de quase inércia para as primeiras reações intencionais, o bebê diverte-se quando é atraído por objetos chamativos e coloridos. Sendo assim, ofereça brinquedos com texturas e formatos de fácil manipulação, móbiles e itens que emitam sons, com guizos internos.

De 5 a 7 meses
A criança já consegue fixar o olhar por mais tempo em um objeto. Volta-se para a direção de onde vem o som e já começa a atender quando chamado pelo nome. O pequeno emite ruídos para chamar atenção. Tapetes de atividades com sons e espelho são bem-vindos, pois aqui o bebê já é capaz de se reconhecer.

De 8 a 10 meses
Como já consegue interagir com jogos simples e buscar objetos desejados, não se assusta mais com bichinhos de pelúcia e bonecos. Por isso, nesta fase ofereça estas opções, além de livrinhos de plástico para que o bebê possa brincar durante o banho e jogos de interação, do tipo “aperta um botão e emite um som”.

De 11 meses a 12 meses
A linguagem está em pleno desenvolvimento e já a criança consegue concentrar-se por um pequeno período de tempo ouvindo uma história. Repete tudo o que escuta. Diverte-se em reproduzir as palavras que aprendeu com o telefone ao ouvido. Quando consegue se equilibrar, a bola também é um brinquedo inseparável. Apresente livros com pouco texto e figuras grandes, que retratem o seu dia-a-dia: mamãe, papai, carro, mamadeira… Telefone de brinquedo, bola e bonecos. Se a criança já estiver engatinhando ou andando, providencie itens que ela consiga puxar e empurrar. Trenzinhos e carrinhos de boneca são ótimas opções.

De 1 ano a 1 ano e 6 meses
Adora brincar de espalhar e guardar tudo ao seu modo. Nesta fase, é interessante disponibilizar caixas com formas geométricas para que ela encaixe cubos, círculos e triângulos. Potes, tampas e panelinhas também a divertirão.

De 1 ano e meio a 2 anos
Como a criança conhece algumas cores e formas e sabe procurar e encontrar objetos que guardou, gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos.
Desta forma, brinquedos de desmontar e montar, bichinhos de plástico, cubos com formas vazadas para encaixar e chaves que abrem e fecham portinhas são ótimas opções para as crianças explorarem esse lado desbravador.

Evite
Denise alerta sobre algumas brincadeiras e objetos que devem ser evitados na hora da descontração: “tome cuidado com qualquer atividade que de certa forma possa agredir ou invadir o físico e o psicológico da criança. Respeite suas fases de conhecimento e aptidões, entendendo que brincadeiras possuem como função o crescimento e o desenvolvimento global do bebê. Sendo assim, a criança tem o direito de expressar interesse e escolha na continuidade de cada brincadeira, da maneira que lhe for possível, ou seja, de forma verbal ou não, mas, mostrar-se interessada, alegre e participativa”.

O pediatra Konstantyner coloca em questão a conhecida brincadeira de jogar o bebê para cima, que, apesar de parecer saudável e apresentar a costumeira alegria manifestada pelos pequenos, não é uma atividade recomendável, devido ao risco de queda e traumas resultante do processo de aceleração e desaceleração proporcionado pelos movimentos realizados.

Portanto, evite esta e outras brincadeiras que acarretam maior potencial de risco de acidentes, “como atividades com fogo, água em excesso, cordas, fios, sacolas de plástico, objetos pequenos, vidro e objetos pontiagudos ou cortantes, que oferecem perigo à criança ocasionando traumas na boca, narinas e ouvidos”, recomenda o pesquisador.

Presenteie sem erro
Antes de comprar um brinquedo para uma criança, primeiramente leve em consideração idade, habilidades e interesses. A segurança e a facilidade de conservação também devem ser levados em conta. “E depois de tudo isso, talvez, você chegue perto do ideal!”, exclama o pediatra Chencinski, que explica que, além desses requisitos básicos, é preciso estar atento se o brinquedo contém o selo de garantia do fabricante e do Inmetro. “Infelizmente, nem todos os brinquedos à disposição no mercado possuem o selo de avaliação do órgão. Aliás, muitas vezes as pessoas são atraídas pela beleza, praticidade e custo do produto, não pensando na segurança na hora da compra”, critica o especialista.

A lista de “detalhes” não é pequena para comprar um brinquedo, mas, além das recomendações citadas acima, tome cuidado com brinquedos que apresentam bordas cortantes, pontas afiadas, peças pequenas, ruídos muito altos, fora dos padrões, pouca resistência, cheiro e pintura tóxica e, etc. Chencinski acredita que vale a pena conhecer o site do Inmetro, onde é possível procurar e ver os produtos analisados pelo órgão que foram aprovados e reprovados. “Lá são realizadas avaliações que atestam qualidade e segurança do brinquedo, como composição química, barulho e resistência.”

Gastando pouco
Para Denise, o que mais ajuda a criança a se desenvolver e crescer não é um brinquedo caro com a embalagem mais bonita ou com a maior caixa, mas, produtos que interessam e estimulam as necessidades de cada etapa da infância.

“Estar com seu filho, brincar e criar juntos, até mesmo com sucatas, por exemplo, uma caixa de papelão se transformando em um material colorido, podem ser incentivos diferentes e acertados para que ele possa desenvolver sua coordenação motora, afetiva, auditiva, postural e o comportamento social. Cada brincadeira pode estimulá-lo a explorar um mundo diferente. E tendo os pais como companhia, não há nada melhor, já que o afeto, o interesse e a participação não custam nada!”, incentiva.

DICA AOS PAIS

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Nestas férias estive lendo  “Pais Atuantes, crianças felizes” e gostei muito das atividades propostas neste livro. Trata-se de um prático guia de referência para apoiar e motivar seu filho. Contendo jogos, atividades, conselhos e sugestões através de uma leitura fácil e de aplicação imediata. Vale a pena conferir!!

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