Bazar e Leilão SolidariedArte

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Que acontece nos próximos dias 5 e 6 de março.
Foram dois meses de trabalho para que pudéssemos reunir centenas de obras de arte e livros de artistas solidários à reconstrução cultural de Cunha e São Luis do Paraitinga,vitimas das fortes chuvas ao final de 2009.
O link do Blog contém as obras já cadastradas que irão a leilão.
Além do leilão, o bazar contará com centenas de obras e livros doados pelos autores e editoras, a preços tentadores.
Participe! Ajude a divulgar! Convide seus amigos!

Local: Hotel Fazenda Mazzaropi : www.mazzaropi.com.br/mapa_rio.htm

Blog: leilaosolidariedarte.blogspot.com

 

CURSO DE LÍNGUA DE SINAIS

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O Senac Taubaté estará oferecendo o curso de língua brasileira de sinais - básico 1, ministrado pelo professor Antonio Rauf Ferreira Di Carli Meireles, no período de 24/02 a 26/03 no período noturno.

Maiores Informações: (12) 2125-6099

Aos educadores

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Estive lendo um artigo do educador Luís Carlos de Menezes dando algumas dicas de como o professor pode e deve aproveitar suas férias e destaco duas delas aqui…..

“Quem todos os dias sai às pressas para a primeira aula tem direito a cafés-da-manhã preguiçosos. Com ou sem jornal, mas com música suave. Quem o ano todo lê textos de alunos e de Educação merece ler, por prazer, um livro de outro assunto que não de trabalho. E escolher outros para ler depois.”

Aproveitando o ensejo, segue algumas sugestões de leitura para nossos educadores:

- O Albatroz Azul - João Ubaldo Ribeiro

       Por que ler É o retorno, após sete anos sem publicar, de um dos grandes nomes da nossa literatura.

- Caim - José Saramago

       Por que ler É uma publicação polêmica de autoria de um escritor consagrado e ateu.

- A mulher do viajante no tempo - Audrey Niffenegger

      Por que ler O livro vendeu mais de 5 milhões de exemplares em todo o mundo. Conta a história do casal que se reencontra ao longo da vida, com idades distintas e sem ordem cronológica.

- Histórias de Canções - Chico Buarque

    Por que ler Representa um amplo painel da obra de Chico Buarque, escrito em um estilo simples e direto.

- A cabeça é a ilha - André Dahmer

    Por que ler Filosofia com humor inteligente e cáustico

          Boas férias professores!!

LIVROS DE LEITURA

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Nossa loja está preparada para atender os livros de leitura escolhidos pelas escolas particulares/públicas de nossa região e proximidades.

Possuímos grande acervo de tais livros.

Consulte-nos!

Desenvolvimento motor e psíquico da criança

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Não há nada mais animado para as crianças do que brincar! E, já que essa atividade não é nenhum esforço para elas, os pais devem aproveitar o momento de descontração para estimulá-las e, ao mesmo tempo, proporcionar um ótimo desenvolvimento para o filho.

Desde que os bebês nascem, estão aptos a descobrirem e aprenderem novidades do mundo ainda desconhecido; e é por meio das brincadeiras que tudo fica mais fácil para que seu desenvolvimento siga um caminho saudável, como explica o pediatra Túlio Konstantyner, de São Paulo, SP, e pesquisador do Projeto Crecheficiente: “ao brincar a criança não apenas se diverte, mas aprende, recria, interpreta e se relaciona com o novo habitat. Também desenvolve com maior facilidade aptidões físicas, mentais e emocionais, que, quando bem planejadas e aplicadas, auxiliam a criança a despertar seus talentos”. Além disso, o especialista indica que as brincadeiras têm de ser apropriadas a cada etapa do desenvolvimento.

A psicóloga paulista Denise H. M. P. Diniz, coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida e Saúde (Psiconsult), explica que até os três anos, as crianças brincam com elementos que pertencem ao seu mundo e fazem parte do seu dia-a-dia. “Por isso, conversar e dar vida aos seres inanimados são comuns nessa faixa etária, pois acreditam que os brinquedos existam de fato; pensam e possuem desejos e necessidades”. Baseada em alguns estudos, a coordenadora confirma que após o nascimento o bebê já é sensível ao seu meio ambiente e suas percepções sensoriais respondem aos estímulos de olfato, paladar, som, tato e visão.

Desta forma, a psicóloga indica brinquedos que as estimulem a aprenderem noções de tamanho, forma, som, textura e outros.

Aconselha também a demonstração de afeto, interesse, desejo e participação dos pais durante as brincadeiras com o filho, já que a falta destes pode desestimular e, consequentemente, formar uma criança com maior dificuldade de relacionamento e entre outras potencialidades que talvez sejam aprendidas mais tarde. “Porém, podem acontecer casos de comprometimento de algumas áreas, sendo elas físicas ou psiquícas”, declara Denise.

BRINCADEIRA CERTA

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Saiba quais brincadeiras e brinquedos são apropriados a cada faixa etária a partir das dicas do pediatra e homeopata Yechiel Moises Chencinski, de São Paulo, SP. Acompanhe e se divirta!

De 0 a 2 meses
Como o bebê não consegue segurar objetos intencionalmente, só por reflexos, nessa fase é importante estimular os sentidos cantando, abraçando-o e acariciando-o. Exagere nas fisionomias, bem próximo ao rosto da criança, sempre demonstrando alegria e satisfação.

De 2 a 4 meses
Passado o estado de quase inércia para as primeiras reações intencionais, o bebê diverte-se quando é atraído por objetos chamativos e coloridos. Sendo assim, ofereça brinquedos com texturas e formatos de fácil manipulação, móbiles e itens que emitam sons, com guizos internos.

De 5 a 7 meses
A criança já consegue fixar o olhar por mais tempo em um objeto. Volta-se para a direção de onde vem o som e já começa a atender quando chamado pelo nome. O pequeno emite ruídos para chamar atenção. Tapetes de atividades com sons e espelho são bem-vindos, pois aqui o bebê já é capaz de se reconhecer.

De 8 a 10 meses
Como já consegue interagir com jogos simples e buscar objetos desejados, não se assusta mais com bichinhos de pelúcia e bonecos. Por isso, nesta fase ofereça estas opções, além de livrinhos de plástico para que o bebê possa brincar durante o banho e jogos de interação, do tipo “aperta um botão e emite um som”.

De 11 meses a 12 meses
A linguagem está em pleno desenvolvimento e já a criança consegue concentrar-se por um pequeno período de tempo ouvindo uma história. Repete tudo o que escuta. Diverte-se em reproduzir as palavras que aprendeu com o telefone ao ouvido. Quando consegue se equilibrar, a bola também é um brinquedo inseparável. Apresente livros com pouco texto e figuras grandes, que retratem o seu dia-a-dia: mamãe, papai, carro, mamadeira… Telefone de brinquedo, bola e bonecos. Se a criança já estiver engatinhando ou andando, providencie itens que ela consiga puxar e empurrar. Trenzinhos e carrinhos de boneca são ótimas opções.

De 1 ano a 1 ano e 6 meses
Adora brincar de espalhar e guardar tudo ao seu modo. Nesta fase, é interessante disponibilizar caixas com formas geométricas para que ela encaixe cubos, círculos e triângulos. Potes, tampas e panelinhas também a divertirão.

De 1 ano e meio a 2 anos
Como a criança conhece algumas cores e formas e sabe procurar e encontrar objetos que guardou, gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos.
Desta forma, brinquedos de desmontar e montar, bichinhos de plástico, cubos com formas vazadas para encaixar e chaves que abrem e fecham portinhas são ótimas opções para as crianças explorarem esse lado desbravador.

Evite
Denise alerta sobre algumas brincadeiras e objetos que devem ser evitados na hora da descontração: “tome cuidado com qualquer atividade que de certa forma possa agredir ou invadir o físico e o psicológico da criança. Respeite suas fases de conhecimento e aptidões, entendendo que brincadeiras possuem como função o crescimento e o desenvolvimento global do bebê. Sendo assim, a criança tem o direito de expressar interesse e escolha na continuidade de cada brincadeira, da maneira que lhe for possível, ou seja, de forma verbal ou não, mas, mostrar-se interessada, alegre e participativa”.

O pediatra Konstantyner coloca em questão a conhecida brincadeira de jogar o bebê para cima, que, apesar de parecer saudável e apresentar a costumeira alegria manifestada pelos pequenos, não é uma atividade recomendável, devido ao risco de queda e traumas resultante do processo de aceleração e desaceleração proporcionado pelos movimentos realizados.

Portanto, evite esta e outras brincadeiras que acarretam maior potencial de risco de acidentes, “como atividades com fogo, água em excesso, cordas, fios, sacolas de plástico, objetos pequenos, vidro e objetos pontiagudos ou cortantes, que oferecem perigo à criança ocasionando traumas na boca, narinas e ouvidos”, recomenda o pesquisador.

Presenteie sem erro
Antes de comprar um brinquedo para uma criança, primeiramente leve em consideração idade, habilidades e interesses. A segurança e a facilidade de conservação também devem ser levados em conta. “E depois de tudo isso, talvez, você chegue perto do ideal!”, exclama o pediatra Chencinski, que explica que, além desses requisitos básicos, é preciso estar atento se o brinquedo contém o selo de garantia do fabricante e do Inmetro. “Infelizmente, nem todos os brinquedos à disposição no mercado possuem o selo de avaliação do órgão. Aliás, muitas vezes as pessoas são atraídas pela beleza, praticidade e custo do produto, não pensando na segurança na hora da compra”, critica o especialista.

A lista de “detalhes” não é pequena para comprar um brinquedo, mas, além das recomendações citadas acima, tome cuidado com brinquedos que apresentam bordas cortantes, pontas afiadas, peças pequenas, ruídos muito altos, fora dos padrões, pouca resistência, cheiro e pintura tóxica e, etc. Chencinski acredita que vale a pena conhecer o site do Inmetro, onde é possível procurar e ver os produtos analisados pelo órgão que foram aprovados e reprovados. “Lá são realizadas avaliações que atestam qualidade e segurança do brinquedo, como composição química, barulho e resistência.”

Gastando pouco
Para Denise, o que mais ajuda a criança a se desenvolver e crescer não é um brinquedo caro com a embalagem mais bonita ou com a maior caixa, mas, produtos que interessam e estimulam as necessidades de cada etapa da infância.

“Estar com seu filho, brincar e criar juntos, até mesmo com sucatas, por exemplo, uma caixa de papelão se transformando em um material colorido, podem ser incentivos diferentes e acertados para que ele possa desenvolver sua coordenação motora, afetiva, auditiva, postural e o comportamento social. Cada brincadeira pode estimulá-lo a explorar um mundo diferente. E tendo os pais como companhia, não há nada melhor, já que o afeto, o interesse e a participação não custam nada!”, incentiva.

DICA AOS PAIS

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Nestas férias estive lendo  “Pais Atuantes, crianças felizes” e gostei muito das atividades propostas neste livro. Trata-se de um prático guia de referência para apoiar e motivar seu filho. Contendo jogos, atividades, conselhos e sugestões através de uma leitura fácil e de aplicação imediata. Vale a pena conferir!!

Como posso presentear um bebê?

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O brinquedo desempenha um importante papel nos primeiros anos de vida de uma criança. “É um acessório da aprendizagem porque serve para estimular os sentidos e a curiosidade sobre o mundo”, diz a educadora Adriana Friedmann. Ainda no berço, o bebê provoca um ato sem intenção e, estimulado pela reação, o repete. Até os seis meses, a exploração dos objetos é instintiva e ele se sente estimulado a pegar o que vê pela frente.

Para escolher bons brinquedos, o melhor é basear-se nas etapas do desenvolvimento infantil e em marcos de conquistas motoras, como sentar, engatinhar e andar. O brinquedo deve atender às necessidades e possibilidades de cada fase sem se ater à indicação de idade. Além de fazer uma boa seleção, o papel de pais e professores é ensinar a brincar, mostrando as funções de cada objeto. 

Mas não dá para descuidar da segurança. Como os bebês adoram levar tudo à boca, evite peças miúdas, modelos frágeis e desmontáveis. O material mais recomendado é o tecido. O plástico, se não for maleável, pode machucar. Já a madeira, que solta lascas e objetos pontiagudos, nem pensar. Todos devem ser fáceis de higienizar. Para baratear custos, produza versões em materiais recicláveis. Reúna o material e deixe tudo em locais acessíveis para as crianças. Veja a seguir as indicações recomendadas por especialistas.

CAIXAS, CUBOS E BLOCOS

O que são - Objetos de papelão, plástico ou tecido que servem para empilhar e encaixar.

Etapa do desenvolvimento - Para bebês que ficam sentados, com ou sem apoio.

Como usar - Sente-se na frente da criança e mostre como encaixar uma peça na outra - ou montar uma pilha para ser derrubada. Repetir a brincadeira inúmeras vezes é o grande barato nessa fase.

O que desenvolvem - Ao encaixar, empilhar e derrubar os objetos, o pequeno aprimora a preensão e o controle dos movimentos dos braços.

FANTOCHES

O que são - boneco, em geral, confeccionado com tecido

Etapas do desenvolvimento - para os que começam a falar

Como usar - coloque o fantoche na mão e conte uma histórinha. A criança vai querer fazer o mesmo.

0 que desenvolvem - o faz-de-conta fundamental nessa fase por ajudar a compreender o mundo real e o imaginário. E também ajuda a desenvolver a linguagem.

LIVROS

O que são - feitos de cartonado ou de pano, tem grandes ilustrações e texturas.

Etapas do desenvolvimento - para os que começam a falar.

Como usar - sente ao lado da criança ou coloque-a no colo. Leia as páginas e folheie uma a uma, apontando as ilustrações. Deixe-a  virar as folhas à vontade. Caso amasse ou rasgue, conserte-o.

O que desenvolvem - A capacidade de virar as páginas e reconhecer figuras, como animais e personagens, o que é fundamental para desenvolver a linguagem.


 

LIVROS PARA PEQUENOS VIAJANTES

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Boas histórias valem tanto quanto uma boa viagem. Eis uma seleção de livros para transportar os pequenos leitores ao mundo de faz de conta:

Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato, Editora Globo
Lúcia e seu primo Pedro vivem suas aventuras universais no Sítio do Pica-pau Amarelo. Na obra prima de Lobato, a menina do nariz arrebitado descobre as maravilhas do reino das águas claras e até fica noiva de um príncipe. Quem não se diverte com as observações astutas de Emília e rabugentas do Visconde de Sabugosa?
Bom para: crianças com mais de 6 anos

Abrindo Caminho, de Ana Maria Machado, Editora Ática
O que Dante Aligheri, Carlos Drummond de Andrade, Tom Jobim e Cristóvão Colombo têm em comum? A ganhadora do prêmio Hans Christian Andersen, o prêmio máximo da literatura infantil, apresenta uma história inspiradora de homens que transformaram um obstáculo em caminho. 
Bom para: crianças com mais de 5 anos.
Ilustrado por: Elizabeth Teixeira

O Menino Maluquinho, de Ziraldo, Editora Melhoramentos
Pra conhecer o interior das Minas Gerais, nada melhor do que viajar nas aventuras desse menino levado de panela na cabeça e sua turma. A história de Ziraldo foi lida por mais de 2 milhões de crianças e inspirou até sequência.
Bom para: crianças com mais de 5 anos
Ilustrado pelo autor

Lúcia Já-Vou-Indo, de Maria Heloísa Penteado, Editora Ática
Lucia não queria ficar pra trás. Queria muito se divertir como os outros animais. Mas nunca chegava em tempo. Lucia andava muito devagar, afinal, era uma lesma. Mas nesta história tudo pode acontecer.
Bom para: crianças com mais de 5 anos
Ilustrado pela autora

*A Fada Que Tinha Idéias, de Fernanda Lopes de Almeida, Editora Ática
É a história de uma fadinha diferente: ela não quer seguir as regras do mundo das fadas - quer inventar moda. Clara Luz cria assim um mundo de outro mundo, com chuva colorida e nuvens de animais. É um clássico.
Bom para: crianças com mais de 7 anos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA PAIS E FILHOS

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As férias podem unir pais e filhos e aproximá-los em seu convívio.

Para que os laços sejam mesmo reforçados é necessário que os pais tenham real vontade de realizar essa aproximação - e vontade significa também dedicar tempo, esforço e criatividade. Mas o resultado vale a pena, pois não só todos se divertem, como a criança se sente motivada e amada. O segredo, aqui, é trocar. Segue sugestões:- Apresente ao seu filho uma brincadeira típica de sua infância. Em seguida, aprenda com ele uma brincadeira de que ele goste na atualidade;

- Assista com seu filho a um filme que marcou a sua infância. Depois, veja em sua companhia um dos filmes favoritos dele;

- Cante para o seu filho uma música que tenha marcado a sua infância. Peça também para ele cantar uma música para você;

- Pesquise na Internet, em livros ou em revistas fotos de roupas usadas na época de sua infância. Depois, tente usar uma roupa semelhante às que ele usa hoje;

- Proponha uma atividade edificante ao seu filho, como plantar uma árvore ou construir um brinquedo;

- Façam um desenho a quatro mãos retratando um dia de férias que passaram juntos

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